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5 pontos em comum entre um publicitário e Stephen Hawking

Stephen Hawking se foi hoje, mas deixa um imenso legado! No artigo de hoje, apresentamos alguns pontos em comum entre o cientista com o profissional de publicidade. Veja quais são!

[fa icon="calendar"] 14/03/2018

Stephen Hawking

Morreu, nesta quarta-feira (14) aos 76 anos, o cientista Stephen Hawking após uma batalha contra a  esclerose lateral amiotrófica (ELA) — doença que provoca perda gradual de força e coordenação muscular, sem no entanto, afetar as funções cerebrais.

Figura estimada na comunidade científica, Hawking era constantemente citado na cultura popular, muito pelo seu carisma e, sem dúvidas, por suas contribuições inigualáveis para a física teórica e astronomia.

Embora possa parecer estranho à primeira vista, existem muitos pontos em comum entre publicitários e o cientista. Quer saber quais são? Continue lendo para descobrir!

 

1. Mudar de ideia sempre que necessário

Como se sabe, o universo publicitário é constantemente alvo de mudanças. Sempre há algo de novo para ser observado e aplicado às demandas dos clientes. Para Stephen Hawking enxergar novas possibilidades era uma prática constante em sua vida profissional.

Exemplo disso é sua argumentação feita em 1974 que consistia na afirmação de que os buracos negros emitem uma espécie de radiação térmica por conta de efeitos quânticos.

Para o cientista, quando emitida em grande quantidade, essa radiação poderia fazer com que o buraco negro desaparecesse, destruindo toda e qualquer informação de um objeto que caísse nele.

Já em 2004, Hawking mudou de ideia ao afirmar que a informação do objeto em questão poderia sim sobreviver. Bem, parece que Hawking não se dava mesmo por satisfeito, pois em 2015 o cientista concluiu que a informação não é armazenada no interior do buraco negro, como era de se esperar, mas sim em seu limite, o horizonte de eventos.      

 

2. Tirar o melhor de uma situação, seja ela qual for

Diagnosticado com  esclerose lateral amiotrófica quando tinha apenas 21 anos, a previsão, segundos os médicos, era de que Hawking teria apenas mais três anos de vida.

Ao invés de se abater com a notícia, ele procurou adaptar ao seu dia a dia atividades que não exigiam esforço físico. Foi a partir daí que começou a mergulhar de vez na física teórica, concedendo grandes contribuições para a área.

Na publicidade, a ideia é basicamente a mesma: tirar o melhor de uma situação, mesmo que ela não seja tão satisfatória. Uma situação que teima em se repetir na rotina das agências são os pedidos de alterações.

Obviamente não dá para jogar a toalha e desistir só porque uma ideia inicial não foi aceita, certo? Contextos como esses são uma boa maneira para exercitar sua criatividade, aproveitando ao máximo as ideias que estão escondidas em sua mente.

 

3. Pensar no futuro

No momento que determinada tarefa chega nas mãos do publicitário, é preciso pensar da mesma forma que o cliente em questão: de que maneira essa campanha irá trazer bons resultados futuramente?

O que é comum no dia a dia de um publicitário, também era parte da maneira como Hawking enxergava o próprio trabalho. O cientista era conhecido por suas previsões apocalípticas.

Certamente, esses pensamentos não foram originados por puro achismo, mas sim por anos de estudos e pesquisas. Uma dessas previsões, inclusive, afirma que o uso de inteligências artificiais representa uma ameaça à nossa existência.

Ou seja, apesar de se tratar de uma tecnologia extremamente útil para o progresso científico, o cientista temia a criação de um robô que se iguale ou supere seres humanos. Será que poderemos competir com a inteligência artificial futuramente?

 

4. Apresentar uma ideia de diversas formas

Quando um briefing chega nas mãos da equipe de criação, dificilmente a primeira ideia é a que vai “pegar”. Isso porque, pensar em soluções inovadoras e que saiam do óbvio é o grande diferencial do publicitário, o que geralmente demora um pouco para acontecer.

Levando esse contexto em consideração, é comum que variações da mesma ideia façam parte do processo criativo do publicitário. Pouca gente sabe, mas Stephen Hawking escreveu um livro infantil! Isso mesmo. Mas não pense que se trata de um assunto totalmente fora de seu ambiente de pesquisa.

Na verdade, com a ajuda de sua filha Lucy, ele colaborou com a escrita do livro infantil “George’s Secret Key to the Universe”, em tradução livre “A chave secreta de George para o Universo”. Na obra, Stephen explica às crianças alguns conceitos importantes da Ciência, combinando aventuras diversas e envolventes com fascinantes explicações científicas.

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5. Nunca deixar de aprender sobre a própria profissão

Não é segredo que o universo publicitário é movido por novidades. Estar atento às mudanças recorrentes no mercado é sinônimo de estar em constante evolução na área.

Para não perder nenhuma informação importante, é comum que publicitários se informem e estudem cada vez mais a fim de aperfeiçoar o seu trabalho e entregar resultados cada vez melhores aos clientes.

Hawking sempre se mostrou determinado a contribuir para a divulgação científica, com teorias que desafiam a noção de espaço-tempo e elevam a mente para outra dimensão.

Sem dúvidas, o legado que Hawking deixa é inegável e de extrema relevância não só para a comunidade científica, mas para qualquer profissional que queira se inspirar em uma figura sinônimo de superação e de uma carreira impecável. Gostou do conteúdo? Então assine nossa newsletter para não perder nada!



Viviane Rodrigues

Escrito por Viviane Rodrigues

Graduada em Jornalismo e cursando Marketing, auxilia no marketing do iClips e acredita que o marketing digital tem grande importância na condução de qualquer negócio.


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