15
maio

Storytelling: aprenda a cativar seu público com histórias incríveis!

O ser humano é movido por histórias que comovem e engajam. Confira em nosso post como o storytelling pode ser uma excelente ferramenta para aprimorar seus conteúdos!

Conte uma boa história e ganhe um público fascinado para seus clientes!

O storytelling é mais do que uma técnica ou um método. É uma arte, a arte de contar histórias.

E, como uma arte, requer criatividade, visão, habilidade e prática. Não é algo que você consegue dominar de uma vez só. É um processo de erros e acertos até que você se torne um mestre nisso.

Parece difícil, né? E realmente é. Por isso o storytelling tem se tornado um componente crucial de todas as campanhas de marketing de sucesso. Ele divide marcas vibrantes e cativantes de negócios simplistas; e consumidores leais de clientes esporádicos.

O storytelling é uma ferramenta valiosa para você adicionar ao cinto de utilidades da sua agência. Por isso, separamos esse guia para te ajudar a descobrir o que é e quais são as vantagens da contação de histórias e como narrar contos deslumbrantes para a marca de seus clientes!

Primeiramente, o que é uma história?

Uma história é um relato narrativo de um evento ou uma sequência de eventos. Pode ser verídico ou ficcional, mas uma boa história sempre tem um elemento central de verdade, mesmo que seja uma ficção. A mensagem que a história traz deve ser verdadeira, consistente e autêntica.

Uma história acrescenta emoção, personagem e detalhes sensoriais a fatos duros. É por isso que um bom conto nos prende, nos puxa para dentro do enredo e consegue veicular sua mensagem principal de maneira poderosa.

Todo mundo tem uma história para contar. Nós todos lembramos de acontecimentos de nossas infâncias, de episódios reais de amigos e familiares. Nós lemos ótimos livros e assistimos filmes memoráveis que nos comovem, nos fazem chorar ou rir até cair no chão.

Toda organização ou marca está recheada de episódios marcantes se você olhar bem. Estamos rodeados de histórias, pois nossas vidas são uma coleção delas.

Não existem receitas prontas para uma história, mas existem alguns ingredientes que se provaram eficazes por milhares de anos. Vamos ver alguns deles nesse post!

Mas então o que é storytelling, ou contação de histórias?

Storytelling é a arte de contar histórias para engajar uma audiência. O storyteller veicula uma mensagem, informação ou conhecimento de uma maneira divertida e interessante. Técnicas de literatura e de linguagem não-verbal são seus principais instrumentos.

Você pode contar histórias para potenciais clientes e convencê-los de que a marca para a qual você está elaborando uma campanha pode fazer a diferença em suas vidas. E você é capaz de criar narrativas para persuadir seu público-alvo a tomar uma ação positiva em direção a marca de seus clientes.

Contar histórias é uma forma de arte tão velha quanto o tempo e tem um lugar especial em toda cultura e sociedade. Por quê? Porque histórias são uma linguagem universal que todo mundo — independente de dialeto, terra natal ou legado — consegue entender. Histórias estimulam a imaginação e a paixão, criando um senso de comunidade entre ouvintes e locutores (ou entre o cliente e seu público).

Contar um conto é como pintar um quadro com palavras. Mesmo que qualquer pessoa saiba narrar uma aventura, fazer isso de maneira a cativar sua audiência não é tarefa fácil. É preciso elaborar um ritmo de acontecimentos com partes mais calmas e outras cheias de ação, construir personagens profundos e descrever cenários de maneira detalhada. Isso nos leva ao próximo tópico.

Quais as características de um bom storytelling?

Conceitos como “bom” ou “ruim” são relativos à opinião de cada um. Mas existem alguns componentes indiscutíveis que resultam em uma excelente experiência de storytelling, tanto para o leitor quanto para o escritor.

Boas histórias são:

  • divertidas: mantém o leitor engajado e interessado no que está por vir;
  • educativas: despertam a curiosidade e aumentam a bagagem de conhecimentos do leitor;
  • universais: são associáveis a todos os leitores e dizem respeito às emoções e experiências que a maioria das pessoas passam ou já passaram;
  • organizadas: seguem uma organização sucinta que ajuda a transmitir a mensagem principal e auxilia os leitores a absorverem a ideia;
  • memoráveis: seja por meio de inspiração, escândalo ou humor, boas histórias grudam na mente do leitor.

Além disso, existem outros três elementos essenciais para um bom conto, independentemente da história que você está contando.

Personagens

toda história tem pelo menos um personagem, que será a chave para conectar sua audiência ao enredo. Este componente é a ponte entre você, o storyteller, e seu público. Se sua audiência puder se colocar dentro da pele dos seus personagens (principalmente do protagonista) eles estarão muito mais propensos a seguirem o seu call-to-action.

Conflito

o conflito é a lição de como o protagonista vence um desafio. Confrontos em sua história evocam emoções e conectam a audiência por meio de experiências relacionadas. Em narrações, a força se situa no que você está transmitindo e ensinando. Se não existe nenhum conflito, provavelmente nem é uma história.

Resolução

Toda boa aventura tem um fechamento, mas nem sempre precisa ser um final feliz. A solução da sua história deve envolver todos os acontecimentos, providenciar um contexto em torno dos personagens e dos conflitos e deixar sua audiência com um call-to-action.

O storytelling geralmente demanda apresentar noções altamente complexas com significados intensos para a maioria das pessoas. Isso transcende o apelo lógico, para ressoar profundamente no nível emocional.

O famoso filósofo da Grécia Antiga Aristóteles escreveu muito sobre persuasão. Seu entendimento sobre empatia, mesmo que relacionado ao drama de seu tempo, é essencial para estimar as dores do público dos clientes da sua agência.

A fórmula de Aristóteles tem sete elementos: enredo, personagem, tema, diálogo, melodia, cenário e espetáculo. Procure usá-los na hora de elaborar seu storytelling.

Brainstorming

Qual o poder do storytelling?

Contar histórias pode fazer mais para a sua estratégia de marketing do que você pode esperar à primeira vista. Em apenas um conteúdo você humaniza a marca de seus clientes e aproxima o público de maneira muito mais natural.

Nossos cérebros são feitos para aprender a partir de histórias

Nossa cachola é programada para a narratividade, como uma forma de organizar informações e para nos orientar. As histórias nos ajudam a dar sentido à complexidade do mundo. Humanos são focados em entender e reconhecer padrões e em compreender novos conceitos e ideias. Histórias oferecem tais padrões, pois são construídas a partir de causas e efeitos: um evento leva a outro e assim por diante. Nós pensamos narrativamente todo o dia: “se eu tomar essa atitude, eu espero ter este resultado”. É um processo inconsciente e loucamente incontrolável.

Desde que o tempo é tempo, humanos educaram os mais jovens usando lendas, mitos e histórias. Durante a maior parte de nossa existência, todo conhecimento e valores foram transferidos de geração para geração apenas por meio da tradição oral.

Histórias chamam e prendem a atenção, auxiliando no entendimento e memória

Nós vivemos em um mar de informação. Como você vai atrair o público-alvo do seu cliente quando ele é bombardeado de mensagens todo dia? Bons storytellings ajudam pessoas a lembrar de mensagens não só por apenas cinco minutos mas por toda a vida, se a trama for forte o bastante. Quantas histórias você lembra da sua infância?

O bom storyteller dá vida aos fatos e os aquece com paixão, pois as pessoas ouvem histórias com a mente e com o coração. Elas se tornam participantes ativos ao invés de meros ouvintes.

Quando você enche sua audiência de fatos brutos, há uma grande chance deles nem prestarem atenção. Uma apresentação em PowerPoint, resumindo fatos em uma lista, ativa somente a parte de processamento de linguagens do cérebro, onde nós decodificamos palavras em significados.

Mas se um contador de histórias detalha uma refeição deliciosa descrevendo vividamente seu gosto e cheiro, o ouvinte irá sentir o gosto e cheiro também. O cortex sensorial é ativado.

O que levar em consideração na hora de fazer seu storytelling?

Nós confirmamos que o storytelling é uma arte. Por isso, é necessário criatividade, visão e habilidades. Pintores, escultores, oleiros e músicos seguem um processo criativo para produzir sua arte; e o mesmo vale para a contação de histórias, especialmente para sua agência que está criando bons conteúdos para seus clientes.

1. Conheça sua audiência

Quem quer ouvir sua história? Quem irá se beneficiar e terá uma taxa de conversão maior? Para escrever um conteúdo convincente, você precisa entender seus receptores e quem irá responder e ter uma ação positiva.

Faça uma pesquisa sobre o mercado e defina suas personas. Isso fará com que você se familiarize com quem potencialmente estará lendo, assistindo ou ouvindo suas histórias.

2. Defina sua mensagem central

Seja sua narrativa de apenas uma página ou de vinte, de duração de dez ou sessenta minutos, ela deve ter uma mensagem principal. Assim como o alicerce de uma casa, ela deve ser estabelecida antes de seguir adiante. Para ajudar a definir isso, tente resumir tudo em seis a dez palavras. Se você não conseguir, você não tem uma mensagem central.

3. Decida que tipo de história você está contando

Nenhuma história é igual. Para determinar qual tipo de narrativa você está montando, descubra como você quer que sua audiência sinta ou reaja enquanto leem. Isso vai te ajudar a estabelecer como você irá tecer sua trama e quais objetivos a campanha está seguindo.

4. Estabeleça seu call-to-action

Seu objetivo e seu call-to-action são similares, mas seu CTA vai estabelecer a ação que você deseja que sua audiência tome depois de entrar em contato com seu conteúdo.

Esboce isso ao lado de seu objetivo para ter certeza que eles estão indo na mesma direção. Por exemplo, se seu objetivo é fomentar a colaboração e compartilhamento, seu CTA pode ser “compartilhe esse vídeo/post/podcast em suas redes sociais”.

5. Escolha sua mídia

Relatos podem tomar diversos formatos e tamanhos. Algumas são lidas, outras vistas, outras ouvidas. A mídia de sua escolha vai depender do seu tipo de história, assim como de seus recursos, como o budget e colaboradores.

6. Escreva!

Mãos à obra! Com sua mensagem central, objetivos e CTA estabelecidos, esta etapa é basicamente adicionar os ingredientes e os temperos criativos ideias para apimentar sua história. Use nossas dicas dos tópicos anteriores para mandar bem aqui!

E então, pronto para fazer voar a sua imaginação e produzir conteúdos encantadores para os clientes da sua agência? O storytelling é a arte de engajar pessoas por meio da escrita, mas sem uma boa gestão nem a melhor história do mundo vai fazer sua agência ter sucesso. Não pare por aqui e baixe nosso ebook com tudo que você precisa saber para melhorar o gerenciamento da sua agência!

Nova call to action