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jul

O que é BV publicitário?

O BV Publicitário é um tema extremamente importante no meio publicitário. Nesse artigo, mostraremos com mais detalhes tudo o que você precisa saber sobre o Bônus de Veiculação.

Você sabe o que é BV publicitário?Comissões e repasses te ajudam a mensurar as receitas da sua agência

Quando se trata da comissão referente à veiculação da campanha de um cliente, há uma prática que ainda gera polêmica no meio publicitário, trata-se do Bônus por Veiculação, ou BV Publicitário. 

Se esse assunto ainda é um tanto quanto nebuloso para você, não se preocupe. No artigo a seguir vamos explicar o seu significado e aplicação em agências criativas. Vamos lá? 

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O que é BV publicitário?

O Bônus por Veiculação é o valor atribuído à agência referente ao investimento feito pelos clientes na compra de mídia. Na prática, a agência recebe 20% de comissão com base na verba do cliente.

Em outras palavras, o fornecedor define o seu preço levando em consideração que parte desse valor será alocado para a agência. Nesse caso, é fundamental que o financeiro faça um controle minucioso das comissões negociadas, do contrário, o controle dos níveis de inadimplência pode ser severamente comprometido caso os valores sejam perdidos. 

Você deve estar se perguntando: como essa prática funciona no ambiente digital? Bom, nesse caso o cálculo é um pouquinho diferente, já que a tabela de bonificação é calculada de acordo com os percentuais de crescimento do cliente com base no ano anterior, sem considerar os volumes de investimento. Vale lembrar, no entanto, que esse cálculo pode variar de agência para agência. 

De acordo com o CENP (Conselho Executivo de Normas Padrão) a remuneração das Agências de Propaganda só pode ser enquadrada na classificação de Agenciador de Propaganda ou Agência de Propaganda como definidos na Lei, ou seja, os veículos de comunicação não podem conceder nenhuma comissão ou desconto sobre anúncios veiculado por qualquer entidade, seja ela física ou jurídica. 

Como o bônus é repassado ao cliente?

Quando nos referimos ao repasse do Bônus de Veiculação é preciso, antes de tudo, levar em consideração o tipo de acordo firmado entre agência e cliente, já que ele pode estar relacionado às agências, ao governo e, claro, ao próprio cliente.

No caso da modalidade de repasse, o cliente passa o valor (já com a comissão embutida) à agência e esta transfere a quantia para terceiros. Nesse modelo, é comum que a agência retenha o valor antes mesmo de repassá-lo a terceiros, independentemente de se tratar de mídia ou de produção.

A grande diferença aqui, se relaciona ao faturamento direto ao cliente, já que nesse caso cabe a ele negociar a forma de pagamento junto ao veículo ou a produção gráfica, por exemplo. Ele quem define, juntamente com o valor bruto líquido, se o pagamento ocorre por meio do cliente ou do fornecedor.

Como o bônus é cobrado do fornecedor?

A cobrança de comissões aos fornecedores por parte das agências tornou-se uma prática muito comum conforme a solicitação de seus serviços atingiu maiores proporções.

Ao nos referirmos ao setor de produção, por exemplo, é comum o associarmos às atividades desempenhadas pela equipe da própria agência e também à contratação de terceiros. Nesse caso, é cabível que esses contratos sejam realizados por meio de uma comissão sobre os valores contratados, desta forma, os serviços executados pela agência não são remunerados de modo específico.

Basicamente, há duas formas de definir como você recebe o bônus, o que se deve levar em consideração de antemão, é que esta forma de cobrança depende muito do tipo de faturamento que a agência determina.

Por exemplo, se a cobrança é feita pelo lucro líquido, significa que o responsável pelo pagamento da comissão é o cliente. Já quando se trata de faturamento bruto, o pagamento é feito pelo setor terceirizado, que pode ser uma gráfica ou o veículo pelo qual a mídia está sendo paga.

Quais as porcentagens mais utilizadas?

Ao analisar as porcentagens mais utilizadas, nos deparamos com dois cenários: as comissões vindas de produção gráfica (flyer ou banner, por exemplo) e o bônus decorrente de veículos de mídia tradicionais, ou seja, campanhas inseridas na TV ou rádio.

De acordo com o CENP (Conselho Executivo de Normas Padrão), em relação à comissão gráfica é gerado um percentual estipulado de aproximadamente 15% referente ao teto cobrado por serviços de produção gráfica. Mas, quando se trata desse bônus há uma variação, já que o teto sobre a veiculação sobe para 20%.

Funciona assim, caso o cliente tenha investido R$ 50 mil em anúncios na TV, R$ 10 mil será repassado à agência pelo veículo de comissão, sendo assim, esta prática deve se aplicar com todos os veículos de comunicação (rádio, jornal, revista, internet).

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